“Nosso compromisso é com o servidor” CONTATO HOME
 

Do outro lado do Balcão
MEMÓRIA DE ELEFANTE
O dia-a-dia das provocações da administração Nedson Micheleti contra os servidores municipais .
  31/12/04
Nedson publica decreto 588 unificando expediente interno na prefeitura.
  04/01/05
SINDSERV consegue liminar revogando decisão do prefeito.
  14/01/05
Novo golpe contra os servidores. Nedson publica portaria 049/05 suspendendo a Promoção por Conhecimento. Medida beneficiaria 2.900 servidores, sendo 1.800 já com promoção autorizada, com aumento de 10% nos salários.
  02/02/05
SINDSERV consegue na justiça a derrubada da portaria 049/05 em favor dos 20 primeiros servidores. Decisão do juiz da 7ª vara civil, José Cichoki Neto.
  11/02/05
Um estudo realizado pelo DIEESE a pedido do SINDSERV, mostra em plena data-base que a administração pode conceder reposição salarial.
  17/02/05
Sem resposta da administração quanto às reivindicações, servidores decidem em assembléia por paralisação de advertência no dia 1º de março.
  22/02/05
Reunião com o prefeito Nedson, que não apresenta índice algum de reposição.
  26/02/05
Wilson Sella anuncia déficit de R$ 20 a R$25 milhões no caixa da prefeitura para o ano. Já o prefeito, anuncia gastos de R$ 5,6 milhões em publicidade.
  02/03/05
Jacks Dias pede lista de servidores que participaram do dia de paralisação para fazer desconto de salários.
  04/03/05
SINDSERV consegue na justiça manter os salários integrais dos servidores que participaram do protesto. Decisão da juíza da 9ª vara civil, Cristiane Willy Ferrari.
  07 e 08/03/05
Dias de paralisação de alerta por falta de negociação salarial.
  08/03/05
ASSEMBLéIA DELIBERA PELA GREVE POR TEMPO INDETERMINADO
  12/03/05
Câmara de Vereadores divulga estudo que aponta a possibilidade de reposição salarial em 6,02%.
  13/03/05
SINDSERV consegue na justiça, liminares a favor de 12 servidores usuários do plano de saúde da CAAPSML. Medida resguarda direito da categoria contra orientação da Associação Médica de Londrina, que restringia o atendimento médico.
  14/03/05
Tribunal de Justiça autoriza prefeitura a fazer desconto dos dias parados.
  17/03/05
Ministério Público pede para que Nedson Micheleti inicie negociações salariais.
  18/03/05
SINDSERV apresenta proposta para tentar pôr fim a greve. O pedido é de abono de R$ 140. Prefeito rejeita.
  18/03/05
SINDSERV apresenta proposta para tentar pôr fim a greve. O pedido é de abono de R$ 140. Prefeito rejeita.
  24/03/05
Administração apresenta proposta de reposição salarial zero, e aumento no valor do auxílio-alimentação de R$ 145 para R$ 168. Em assembléia, categoria rejeita.
 01/04/05
O secretário de Saúde Silvio Fernandes ameaça contratar funcionários temporários para trabalhar em locais fechados pela greve.
  05/04/05
ASSEMBLéIA DECIDE PELO FIM DA GREVE E ACORDO AUTORIZA CRIAÇÃO DE UMA COMISSÃO PERMANENTE DE NEGOCIAÇÃO. À IMPRENSA, NEDSON PROMETE CUMPRIR ACORDO.
  06/04/05
Nedson esquece acordo, e determina o desconto de 8 dias de paralisação. Demais 23 dias deverão ser pagos na forma de hora-extra.
  15/04/05
SINDSERV consegue na justiça suspender punição a servidores. Os primeiros beneficiados são uma professora e um servidor da oficina.
  18/04/05
SINDSERV consegue na justiça uma liminar que proíbe descontos dos dias parados. Decisão do juiz da 7ª vara civil, José Cichoki Neto.
  29/04/05
Tribunal de Justiça mantém decisão em primeira instância do juiz da 7ª civil.
  30/04/05
Primeira caminhada contra a Intransigência. Protesto na praça dos três poderes contra a postura da administração em não negociar reposição salarial.
  30/05/05
SINDSERV proíbe, na justiça, a prefeitura de preencher mais 8 vagas para cargos comissionados. No ano, número cresceu de 66 para 90.
 09/06/05
SINDSERV denuncia ao Ministério Público a precarização no atendimento e nas condições de trabalho nos Postos de Saúde. Assunto fomenta discussão na câmara de vereadores sobre a necessidade de formação de uma Comissão Especial de Inquérito.
  10/06/05
No início da crise do “mensalão” em Brasília, o ministro Paulo Bernardo visita Londrina e enfrenta protesto do SINDSERV.
 20/06/05
Ação Popular movida pelo SINDSERV impede que a administração abra licitação para gastos de R$ 5,7 milhões em publicidade.
  22/06/05
SINDSERV consegue na justiça o direito de ter acesso às informações primordiais na prefeitura, que antes, estavam sendo negadas pela administração. Entre os pedidos de informações negados, estava a lista de pagamento de licença-prêmio e custo da folha de pagamento.
 09/07/05
SINDSERV participa de protesto no calçadão contra a corrupção que toma conta do país. Cuecas são levadas em mastros, cheias de notas de dinheiro.
  02/08/05
SINDSERV vai à justiça e cobra esclarecimentos sobre as dívidas da SERCOMTEL.
  18/08/05
O presidente do SINDSERV, Marcelo Urbaneja, desfilia-se do PT, partido atolado em denúncias de corrupção em Londrina e no país.
  09/11/05
Por mais de meio milhão de reais a prefeitura terceiriza “xerox” de documentos. A prefeitura de Londrina fechou acordo com a ALMAQ EQUIPAMENTOS DE ESCRITóRIO LTDA para prestar serviços de impressão e fotocopiagem, com o fornecimento de impressoras, papel e insumos. O contrato tem vigência de 12 meses e custará aos cofres públicos R$ 528 mil.
  21/11/05
o fiscal de trânsito da CMTU, Weydson da Silva de 21 anos, foi demitido depois de multar o prefeito Nedson Micheleti e o diretor da Companhia João Verçosa por dirigirem e usar o telefone celular ao mesmo tempo. O Sindicato entrou com ação pedindo reintegração do servidor.
  05/12/05
Em mais um golpe contra os servidores municipais, o prefeito Nedson Micheleti decidiu suspender a concessão do auxílio-transporte (passes de ônibus) para quem mora em Cambé, Ibiporã, Rolândia e outras cidades da região de Londrina. A medida foi adotada depois da publicação na semana passada de um decreto que pegou a categoria de surpresa. Um levantamento da assessoria jurídica do Sindicato mostra que pelo menos 300 servidores terão o benefício do auxílio-transporte cortado.
  06/12/05
SINDSERV entra com um pedido de nulidade do decreto do prefeito Nedson que suspende concessão de auxílio transporte para servidores que moram fora de Londrina. O Sindicato alega que a administração faz distinção entre os servidores concursados das cidades vizinhas ao conceder o benefício apenas para os que moram em Londrina.
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